Não é bem Anti-Benfiquista

http://sicnoticias.sapo.pt/desporto/2013/02/28/vitor-pereira-espera-dificuldades-no-jogo-com-o-sporting

Desde o fato treino à arrogância, impossível não ser anti Jorge Jesus. Até nos jogos amigáveis, a vitória do adversário tem sabor contra o Benfica de Jesus.

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Cuidado com o que se deseja

Há um lema que sempre mantive: Filhos? Só quando o parto for com anestesia geral ou então um já feito.
Pela primeira vez hoje pensei de maneira diferente.
Em pleno autocarro, antes da sua partida, uma mãe atira literalmente a sua filha para o meu colo.
Caramba que é um bébé e real e eu não sei o que fazer, pensei. Falei com ele, embalei e a gargalhada desdentada tava divinal.
No entanto os 5 minutos de mãe desaparecida pareceram uma hora. Só pensava Cuidado com o que desejas. Abandonou o bébé, esta doida.
Até que com a mesma velocidade o tirou do colo e ouve se “Obligada”.
Algo em mim mudou hoje. Só não sei o quê.

O Mentor

Joaquin Phoenix numa grande interpretação. Simplesmente, I love him! Na verdade ainda estou a meditar se gostei realmente do filme ou se não o recomendo. Só o facto do filme intrigar, vale a pena ver…

Paul Thomas Anderson não é argumentista nem realizaor de filmes fáceis e retrata uma América nos anos 50, pós II Guerra Mundial. Retrata o lado que Hollywood normalmente não mostra nos filmes.

Há algo que me fica deste filme, com certeza: amigo é aquele(a) de quem sentimos verdadeira saudade de rir. Riso sem sentido. Riso do fundo de nós, que nos faz feliz, se sabermos do que rimos.

Taking Woodstock

Filme de Ang Lee  (2009), baseado numa história verídica da realização do festival Woodstock em 1969. Um filme sobre três dias de música e paz. Sexo e drogas. E Música. Ideiais e Revoulução. Liberdade. Festivais puros sem manipulação publicitária e lucrativa.

A guerra do Vietname terminou, mas outras mantêm-se. Tecnologicamente evoluímos. Ideiais e valores a luta mantem-se. Em tempos que se canta como sinal de protesto a música Grândola, Vila Morena – símbolo de revolução de 1974 -, e outras que ecoam esses tempos românticos de luta pela democracia, liberdade, paz, amor, direitos. É esse revivalismo que precoupa, por vezes. A incapacidade de se criar novas músicas de protesto, novos líderes carismáticos, de ver no presente uma esperança de futuro.