Bela Vista

Integrado no concurso da Câmara Municipal de Setúbal, o documentário de Filipa Reis e João Miler Guerra pretende olhar para o bairro da Bela Vista de uma perspectiva urbanística e de utilização que cada um faz dos seus espaços comuns.

Cada espectador tem o seu “olhar” sobre o Bairro da Bela Vista, em Setúbal. Cada um verá o filme da sua perspectiva.

O documentário ficou de certa dorma manchado pela intervenção preconceituosa, ofensiva e egoísta de uma espectadora no debate final, que com a sua educação e existência superior segundo o seu discurso para se ouvir a ela própria não teve o bom senso de perceber que estava longe do interessante.

Se quisesse violência, alugasse o DVD Cidade de Deus e não fosse assistir a um documentário que pretende reflectir sobre urbanismo. Se quer falar de crimes, basta passear no Parque das Nações. Se quer falar de prostituição, basta a partir das 20h00 passar na Av. 5 de Outubro. Se quer falar de drogas, basta ir a uma festa escolar. Se quer falar de alccolismo, pobreza e violência doméstica, basta ir a outros bairros de Setúbal que não o seu perfeito bairro do Liceu onde tudo provavelmente também acontece mas de portas fechadas. Se que falar de riqueza cultural e multicultura, basta sair de casa e viajar. Agora ir a um debate sobre reflexão urbanística à procura de sensacionalismo é de uma pobreza pessoal muito grande.

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