O velho e o Mar, Ernest Hemingway (1951)

velhoemar

O livro conta a história do velhor pescador Santiago que depois de 84 dias de azar, sai para alto mar e vê-se em luta contra a natureza durante a pesca de um espadarte de dimensões gigantes e os ataques de tubarões, lutando assim para a sua sobrevivência e resistência, tendo como aliados a experiêcia, assim como a sorte e a preservança.

– Peixe – disse. – Amo-te e respeito-te muito. Mas hei-de matar-te, antes de do dia acabar.”
p. 60

“«Não há bem que sempre dure. Quem me dera que tivesse sido um sonho, que eu não tivesse pescado o peixe e estivesse sozinho na cama, em cima dos jornais».

– Mas o homem não foi feito para a derrota. – disse. – Um homem pode ser destruído, mas não derrotado. Tenho pena de ter morto o peixe. Agora vem o pior, e nem sequer me resta o arpão. O dentuso é feroz e hábil e forte e inteligente. Mas eu fui mais inteligente do que ele. Talvez não. Talvez só estivesse muito bem armado.

– Não penses, velho – disse alto. – Segue o teu rumo e aceita o que vier. «Preciso de pensar. Porque nada mais me resta.(…)” p. 109

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