Pai

Não atino com dias de. Nem a meu favor, nem a meu dever. Não atino. Não acerto.
Hoje, o Dia do Pai.
Pronto, esqueci-me. Desculpa. Nem o sabia importante para ti. Todos os anos me lembro e dizes ” Ah, não ligo!”. Este ano, talvez por estar contigo todos os dias, não houve telefonema. Mas jantei contigo. Ouve lá, Pai, nem gostas de falar ao telefone e receber prendas. Ah! Estou a ver que gostas, mas que te falta o jeito.

Sabes bem o que és para mim, tudo. As minhas memórias de infância, a minha sabedoria, o meu guia na juventude em que te admirava como um herói. Continuas a ser. Só que não nos costumamos precoupar com os heróis. E com a idade sou eu que quero ser herói para cuidar de ti. És esse abraço e mimo que nos faz ter a certeza que a visdo é isto, à parte de tudo o resto, isto: o Amor.

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