A Amante Inglesa, Marguerite Duras

Setúbal-20130324-00841

“- Sim, mas se eu não tivesse cometido o crime, não lhe interesseria nada. Ainda lá estaria calada, no meu jardim. A minha boca , às vezes, era como o cimento do banco.” (p. 99)

Um crime cruel cometido em Viorne, em que o corpo esquartejado da vítima é colocado em carruagens de diversos comboios. Pouco mistério sobre o autor do crime, sendo este revelado logo no início. Ficam os verdadeiros motivos, nunca confessados, à imaginação de cada leitor, assim como onde poderá estar a cabeça da vítima. Um livro que retrata a realidade de anos em comum entre vítima e criminoso, de loucura, que acaba por justificar o trágico crime.

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